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Osteoporose
Osteoporose: prevenção, riscos e cuidados
Ela invade seu corpo sem alarde, piora a sua qualidade de vida e pode ser fatal. A osteoporose é assim mesmo. Silenciosa e muito perigosa, essa doença merece atenção redobrada das mulheres, principalmente daquelas que já chegaram na menopausa.
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Entre os 30 e 35 anos de idade, a massa óssea do homem e da mulher alcança o limite máximo. Por isso, é importante compreender o que vai acontecer daí por diante.
Após essa idade, começa a perda de massa óssea de forma lenta e gradual para ambos os sexos; esse processo, entretanto, é acelerado quando a mulher chega à menopausa. Nos 5 a 6 anos seguintes à menopausa, as mulheres perdem o dobro de massa óssea (3% a 4% ao ano) em comparação aos homens da mesma idade (1% a 2% ao ano).
IDENTIFICAR PARA PREVENIR
A prevenção é uma arma poderosa no combate à osteoporose. Ela pode começar com exames simples e rápidos, como a densitometria óssea, que registra a densidade da massa óssea. Os valores obtidos são comparados aos valores normais.
A necessidade de prevenção é reforçada quando o médico identifica fatores de risco para osteoporose durante uma consulta.
Conheça os principais:
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Após a identificação dos principais fatores de risco e da avaliação dos exames de rotina, cabe ao médico indicar um tratamento e fazer o acompanhamento da paciente ao longo dos anos.
Esse é um dos segredos para evitar que a osteoporose comprometa sua qualidade de vida. Ela é a principal causa das micro-fraturas de coluna vertebral, de fraturas de bacia, colo do fêmur e punhos, podendo causar dores constantes, imobilização forçada no leito e, como conseqüência, má qualidade de vida.
NOVOS MEDICAMENTOS
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Quando a dieta for insuficiente, recomenda-se o uso de suplementos contendo cálcio. Atualmente, um tratamento promissor e eficaz é representado pelos medicamentos denominados bisfosfonatos,com destaque para o alendronato sódico. Os estudos clínicos realizados com esse medicamento demonstraram que ele é muito eficaz para reduzir a ocorrência de novas fraturas em mulheres na pós-menopausa, com osteoporose.
Fonte: Dr. César Eduardo Fernandes / Professor Assistente -Doutor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia de Ciências Médicas da Santa Casa - SP.







