História da Enxaqueca
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Galeno de Pergamon usou o termo "hemicrânia", do qual a palavra "enxaqueca" é derivada. Ele pensou que existisse uma conexão entre o estômago e o cérebro por causa da náusea e dos vômitos que freqüentemente acompanham uma crise.
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Para o alívio da enxaqueca, o médico nascido na Espanha, Abulcasis, também conhecido como Abu'I Quasim, sugeriu a aplicação de ferro quente na cabeça ou inserção de alho em uma incisão feita na têmpora.
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Abess Hildegard de Bingen relatou as visões que podem ser uma descrição inicial dos pródromos da enxaqueca.
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Os seguidores de Galeno diziam ser a enxaqueca provocada pela bile amarela agressiva.
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Charles le Pois descreveu sintomas premonitórios e enxaqueca com aura pela primeira vez. |
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Biblioteca Anatomica, Medic, Chirurgica, publicada em Londres, caracterizou cinco tipos principais de cefaléias, incluindo a "Megrim", que pode ser reconhecida como a enxaqueca clássica. |
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Tissot sugeriu que a enxaqueca se origina no estômago devido a um estado de irritação que se irradia para os nervos supra-orbitários e desencadeia a crise. Sua lista de sintomas precedendo ou acompanhando um episódio inclui náusea e vômito.
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No relatório inicial na literatura médica do uso do ergot para tratamento de enxaquecas, A. Eulenburg (Alemanha) usou injeções de extrato do ergot e ergotinina em cinco casos de cefaléia principalmente relacionadas à "forma vasoespástica de hemicrânia".
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Graham e Wolf publicaram seu artigo defendendo tartarato de ergotamina para alívio da enxaqueca e iniciaram a pesquisa moderna sobre enxaqueca.
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| No século XX teve início uma abordagem mais científica para o estudo da enxaqueca, com estudos controlados de drogas e pesquisa geral sistemática sobre enxaqueca. A procura da causa ainda continua, mas muitas medidas úteis foram descobertas durante esse período |
















